Quando a relação vira o centro de tudo, vale olhar para o padrão, não só para a pessoa. A terapia é onde você entende por que isso se repete e aprende a se escolher, presencial em Criciúma ou online.
Dependência emocional não é amar demais. É quando o medo de perder o outro passa a decidir por você: o que falar, o que aceitar, quanto de si deixar de lado. E, muitas vezes, o mesmo enredo se repete com pessoas diferentes.
Nenhuma atitude resolve sozinha, mas algumas ajudam a recuperar espaço e clareza enquanto você busca ajuda.
Elas são mais difíceis do que parecem. É por isso que a terapia ajuda: você não precisa fazer esse caminho sem apoio.
Conteúdo revisado por Alice Moraes, psicóloga, CRP 07/39969
Anote o que costuma se repetir: o tipo de pessoa, o momento em que você cede, o que você sente quando o outro se afasta. Ver o enredo no papel tira a culpa de cima de uma pessoa só e mostra o que dá para mudar.
A vontade de mandar mensagem, voltar ou pedir desculpas vem como uma onda forte, e passa. Dê a ela 20 minutos antes de decidir qualquer coisa. Respirar devagar ajuda nesse intervalo.
Retome uma amizade, um hobby, um plano só seu. Quanto mais pontos de apoio você tem, menos uma única relação define como você está.
Dizer não para algo simples e aguentar o desconforto depois. Limite é treino: começa pequeno e fica mais fácil com a prática.
Essas atitudes abrem espaço.
A terapia muda o padrão que te prende.
Dependência emocional quase nunca começa na relação atual. Na terapia a gente olha para a sua história, para a forma como você aprendeu a se vincular, e trabalha o presente com ferramentas práticas. Eu uno a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Psicanálise para isso, com uma escuta acolhedora e sem julgamento.
Perceber como suas primeiras relações moldaram o jeito que você ama, cede e tem medo de perder.
Construir um valor próprio que não dependa da aprovação de quem está ao seu lado.
Treinar, na prática, como dizer não e como lidar com a culpa que vem depois.
Reconhecer os sinais mais cedo e construir vínculos em que você não precisa se apagar.
Pelo WhatsApp, você conta o que está vivendo, sem pressão e sem julgamento.
No consultório em Criciúma ou online. Entendemos a sua história e o que você quer mudar.
Encontros de 50 minutos, com sigilo total, para trabalhar o padrão no seu ritmo.
Revisamos juntos o que mudou nas suas escolhas e ajustamos o caminho.
Relacionamentos, vínculos e limites são temas que aparecem muito no meu trabalho e no que escrevo no Instagram. Acredito que entender a própria história é o que permite amar sem se perder.
Trabalho com uma abordagem humanista e integrativa, combinando técnicas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e fundamentos da Psicanálise com uma escuta genuinamente acolhedora. Cada processo é único, e a abordagem se adapta a quem você é.
Se a sua não está aqui, me pergunta direto.
Perguntar no WhatsAppMe conta, em poucas palavras, o que está acontecendo. Eu te respondo pessoalmente e vemos juntos o melhor caminho, presencial em Criciúma ou online.